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O que distingue um bebê por nascer do bebê nascido para que o primeiro possa ser torturado e morto e o segundo não?
"A esmagadora maioria das gravidezes não planejadas originam crianças desejadas, e muito amadas".
Não ao Aborto
De que maneira são as mulheres vitimadas pelo aborto? Primeiro que tudo, nós sabemos que a maioria das mulheres que se submeteram a abortos teriam preferido outra solução para o problema. Elas são claramente vítimas de uma decisão tomada por outros. Contudo, muitas mulheres realmente escolhem o aborto. Podem elas ser consideradas vítimas? Os dados sobre a síndrome pós-aborto indicam que a culpa e a dor inerentes ao aborto em si mesmo vitimam a mulher. Como uma mulher, membro do WEBA disse: "-Uma vez que uma mulher se torna mãe, ela será sempre mãe, tenha ou não nascido o seu filho. O filho morto fará parte da sua vida por mais longa que ela seja." O aborto não é definitivamente uma "solução fácil" de um grave problema, mas um ato agressivo que terá repercussões contínuas na vida da mulher. É nesse sentido que ela é vítima do seu próprio aborto e temos obrigação para com todas as mulheres de lhes dizer esta verdade
O abortista
Certa vez em uma conferência dada por um médico norte-americano chamado Bernard Nathanson, que, para começar, pousou as mãos abertas sobre a mesa e disse que aquelas mãos tinham feito muitos milhares de vítimas. Era um homem profundamente arrependido, que corria o mundo procurando resgatar alguma paz interior, um homem perseguido por terríveis remorsos. A utilização de uma nova tecnologia para estudar o feto no útero, quando se tornou diretor de um grande hospital de obstetrícia, o fez compreender a enormidade do seu erro.
Pessoalmente responsável por 75 000 abortos, tinha sido pioneiro no aborto nos Estados Unidos, fundando o N.A.R.A.L com o propósito de revogar as leis americanas, que eram contrárias ao aborto. Em apenas cinco anos, de 1968 a 1973, apesar de a maioria dos americanos serem contra o aborto livre, conseguiu que este fosse legalizado até ao momento anterior ao nascimento.
Como o conseguiu? No seu livro "The Hand of God" conta tudo:
"A primeira táctica era ganhar a simpatia dos media. Convencemos os meios de comunicação de que permitir o aborto era uma causa liberal (…). Nós simplesmente fabricámos resultados de sondagens fictícias (...) - que 60% dos americanos eram favoráveis à liberalização do aborto (...). Poucas pessoas gostam de fazer parte da minoria (...). Enquanto o número de abortos ilegais era aproximadamente de 100 000, nós dizíamos incessantemente aos meios de comunicação que o número era de 1 000 000. A repetição de uma grande mentira convence o público. O número de mulheres que morriam em consequência de abortos ilegais era cerca de 250. O número que dávamos constantemente aos meios de comunicação era 10.000 (…)"
"Uma interessante tática é fazer as mulheres acreditarem que a vida não começa na concepção. A táctica favorita dos abortistas é a ideia de que é impossível saber quando se inicia a vida humana; que isso é uma questão teológica, moral ou filosófica; nada científica. Ora a fetologia tornou inegável a evidência de que a vida se inicia na concepção... (…) A permissividade do aborto é claramente a inegável destruição de uma vida humana (…). Como cientista, eu sei - e não apenas "acredito" - que a vida humana se inicia na concepção".
Atualmente, o numero de mulheres que sofreram problemas físicos e emocionais severos relacionados com seus abortos oferecem os seus testemunhos arrependidas de terem cometido aborto
Elas sentem na própria pele como o aborto é fisicamente perigoso e emocionalmente devastador", "cada uma de nós se arrepende profundamente de ter abortado. Queremos que o público, especialmente as mulheres, saibam a verdade sobre as trágicas e maléficas consequências do aborto".
Que é o feto humano?
a) Que é um feto? Que realidade é? É um objeto ou um sujeito? É uma coisa ou é alguém? É portador de direitos? É propriedade de alguém? Quem decide o seu futuro?
b) O feto não pode ser uma coisa porque a sua natureza material e biológica o coloca entre os seres pertencentes à espécie humana. Ora, se não é uma coisa, no plano jurídico, o feto só pode ser um sujeito. (cf. Conselho Nacional de Bioética de Itália e C. Casini).
c) As teorias funcionalistas afirmam que o valor da vida humana em geral, e em especial o da vida humana pré-natal, depende da capacidade das suas funções. Deste modo, a vida pré-natal não teria valor por não poder realizar nenhuma função social. O funcionalismo é legítimo quando se tem de distinguir entre diferentes modalidades de ação, mas não se pode aplicar a questões que dizem respeito ao ser e não ao agir. Por isso tem de ser refutado.
Ora é impossível negar que o feto seja um de nós
1. porque cada um de nós necessariamente foi um feto;
2. porque do ponto de vista genético não há nenhum salto ou ruptura entre o que éramos imediatamente a seguir à concepção, quando já estava totalmente determinado o nosso genoma, e aquilo que agora somos geneticamente em absoluta continuidade de desenvolvimento com aquela realidade única e irrepetível que é cada indivíduo geneticamente determinado. Reduzir o feto à categoria de coisa é pura e simplesmente negar a verdade da realidade. O feto é um de nós e merece portanto o mesmo respeito que merece qualquer sujeito humano. (cf Francesco D'Agostino)
Aborto e maus tratos
"Eu defendo o aborto porque estou farto(a) de ver crianças abandonadas, maltratadas, a viver na miséria mais absoluta, na droga e na prostituição. Se todas as crianças fossem planeadas e desejadas, nada disto aconteceria e as próprias crianças seriam muito mais felizes."
O Professor Edward Lenoski estudou 674 casos de crianças maltratadas que tiveram de receber tratamento hospitalar. Para sua própria surpresa descobriu que 91% das crianças tinham sido planeadas e desejadas. Em média, nos EUA, só 63% das crianças são planeadas e desejadas. As mães começaram a usar roupa de grávida, em média, no dia 114, enquanto que a média nacional é 171; finalmente, 24% dos pais colocaram ao filho o seu nome enquanto a média nacional é de 4%.
(E. Lenoski, Heartbeat, vol. 3, no. 4, Dec. 1980)
"Depois da legalização do aborto nos EUA, enquanto a taxa de homicídios aumentou 39%, a taxa de infanticídios (crianças de um até quatro anos) aumentou 73%."
(Gus J. Sltman, M.D., University of Medicine and Dentistry of New Jersey, Robert Wood Johnson Medical School at Camden, letter to the editor, JAMA 269:2033, 10/21/92.)
"Os defensores do aborto a pedido argumentam dizendo que todas as crianças devem ser desejadas -every child a wanted child-. Contudo, há razões para crer que o aborto a pedido não só não resolveu o problema das crianças indesejadas, negligenciadas ou maltratadas, como piorou o problema."
(Philip Ney, M.D., "Relationship between abortion and child abuse," Canadian Journal of Psychiatry 24:610, 1979)
No Japão existe aborto a pedido há mais de 35 anos. Seria de supor que todas as crianças fossem desejadas e bem tratadas. Contudo, "o numero de infanticídios tem aumentado tanto que as assistentes sociais tiveram que fazer um apelo às mães japonesas, na televisão e nos jornais, para que não matassem os seus filhos."
(The Sunday Times, June 23, 1974)
"A esmagadora maioria das gravidezes não planeadas originam crianças desejadas".
(Royal College of Obstetricians and Gynecologists of England.)
o que distingue um bebé por nascer do bebé nascido para que o primeiro possa ser torturado e morto e o segundo não? Ninguém conseguiu responder a esta pergunta e isso basta para que o aborto não tenha base lógica. Nos EUA, o problema foi resolvido por uma votação do Supremo Tribunal de Justiça: por, uma vez mais, 7 votos contra 2, ficou estabelecido que o bebé antes de nascer não é pessoa e por isso pode ser morto. Convinha que os defensores do aborto fossem razoáveis. Se defendiam o aborto para acabar com os maus tratos, devem ter a honestidade de combater o aborto quando se prova que este leva aos maus tratos!
Se não se consegue distinguir o bebé não nascido daquele que já nasceu, não há base lógica para, simultaneamente, defender o aborto e rejeitar o infanticídio. Assim, ou se rejeita a teoria do aborto para prevenir a miséria, ou matam-se as crianças miseráveis e defende-se o massacre da Candelária.
Nao é muito mais justo defender a morte daqueles que já são miseráveis e mal tratados, do que defender a morte daqueles que poderão eventualmente vir a ser miseráveis e mal tratados?
O aborto e os filhos
Muitos defensores do aborto entendem que a posição simples, boa, justa e natural é o aborto livre, seguro e legal. Poreém o aborto: nem é seguro nem é justo, e pelo meio deixa um país juncado de mulheres destruídas, casamentos desfeitos, ódios perpétuos, ralação paciente/médico envenenada, etc.
Os defensores do aborto insistem muito em que nada disso interessa: tudo deve ser uma escolha pessoal que não diz respeito a mais ninguém. Mas estão enganados: primeiro diz respeito ao filho que morre; depois, diz respeito à mulher que aborta a maior parte das vezes sem saber no que se está a meter; finalmente, diz respeito aos filhos que ficam!
Ao contrário do que pensam os seus defensores, as teorias pró-aborto não são uma imanência etérea que fica lá guardada dentro da sua cabeça. As teorias pró-aborto saltam cá para fora, matam, e entram-lhes pela casa dentro quando menos esperarem.
As perturbações psicológicas que sofrem os filhos dos defensores do aborto estão bastante estudadas é semelhante ao complexo de culpa de que sofrem alguns sobreviventes dos campos de concentração: "porque sobrevivi eu?".
Cf. livros de Anna Speakhard, Vincent La Rue, Françoise Dolto.
Mas para ter uma ideia mais concreta talvez lhe dê jeito pensar no seu filho de oito anos que um belo dia lhe perguntando uma dessas perguntas...:
"Mãe: tu pensaste em me abortar?"
"Mãe, quantos irmãos deixei eu de ter por causa do aborto?"
"Mãe, eu valho alguma coisa agora? Porque não valia nada antes de nascer?"
"Mãe, quando as pessoas complicam a vida de outras podemos matá-las? Se tu ficares velho e senil, eu posso mata-la?"
"Mãe, se até as mães matam os filhos, quem protege as crianças?"
"Mãe: quantos abortos fizeste?"
Claro que poderá dizer ao seu filho: isso são perguntas cuja resposta só podes perceber quando fores grande, que é a resposta típica dos pais surpreendidos em falta! Entretanto o seu filho crescia e como resposta ouvia: Às vezes a prova suprema de amor é aceitar matar o filho para o poupar a muita miséria e sofrimento.
Naturalmente o seu filho adulto irá responder: Às vezes a prova suprema de amor é aceitar matar os pais para os poupar a uma vida inútil, vazia, acaso de sofrimento físico e psicológico. Quem sabe se para vocês não estará reservada, tudo por amor, claro!, a eutanásia...
Consequências e efeitos do aborto
O aborto é frequentemente apresentado como um problema de "direito das mulheres". É visto como algo desejável para as mulheres, e como um benefício ao qual elas deveriam ter tanto acesso quanto possível. Na verdade, ser "pró-vida" é visto como sendo "contra os direitos da mulher". Se você às vezes pensa desta forma, examine os fatos apresentados aqui. Verá que, na verdade, o aborto prejudica a mulher, ignora os seus direitos, e as abusa e degrada. Qualquer um que se preocupa com a mulher fará bem em conhecer estes fatos.
Estudos de mulheres que fizeram aborto, (veja, por exemplo, o livro do Dr. David Reardon, Aborted Women, Silent No More), mostram que o aborto não é uma questão de dar à mulher uma "escolha". É, tragicamente, uma situação em que as mulheres sentiram que não tinham NENHUMA ESCOLHA, sentiram que ninguém se importava com elas e com seu bebé, dando-lhes alternativa alguma a não ser o aborto. A mulher sente-se rejeitada, confusa, com medo, sozinha, incapaz de lidar com a gravidez - e, no meio disto tudo, a sociedade diz-lhe, "Nós eliminaremos o seu problema eliminando o seu bebé. Faça um aborto. É seguro, fácil, e uma solução legal".
O fato é que embora o aborto seja legal (nos Estados Unidos) , ele NÃO é seguro e fácil, nem respeita a mulher.
as mulheres não recebem toda a verdade sobre o procedimento do aborto. Quando elas perguntam "É doloroso?", é-lhes dito "Não", apesar de dores graves fazerem parte do processo. Quando elas perguntam, "É um bebé?", é-lhes dito "Não". Muitas mulheres descobriram só DEPOIS do seu aborto que seu bebé já tinha braços, pernas, e chupavam o dedo, antes de serem abortados. Os funcionários das clínicas recebem ordens de não oferecer nenhuma outra informação se lhes for perguntado. Por que é que nós não respeitamos as mulheres o suficiente para lhes dizer toda a verdade?
Nada é dito às mulheres sobre os muitos efeitos prejudiciais psicológicos e físicos do aborto. O aborto NÃO é seguro. Existem, por exemplo, quinze fatores de risco psicológico que devem ser investigados antes deste procedimento. E eles normalmente não são investigados. Mulheres que fizeram aborto têm duas vezes mais probabilidade de aborto espontâneo se ficarem grávidas novamente. Uma das razões disto é a "incompetência cervical". Durante um aborto o músculo cervical é distendido e aberto apressadamente, e consequentemente pode ficar muito fraco para permanecer fechado para uma outra gravidez. Outra complicação é a gravidez ectópica (gravidez extra-uterina, fora do útero), uma situação de risco de vida na qual, por causa do tecido fibroso no ventre devido à raspagem do aborto, um óvulo fertilizado é impedido de entrar no útero e assim começa a crescer no tubo falopiano e por fim o rompe. Desde que o aborto foi legalizado nos Estados Unidos, os casos de gravidez ectópica cresceram 300%. Muitas outras complicações físicas podem surgir, como mostra o quadro abaixo. Também tem sido provado que complicações e morte de mulheres que fizeram aborto são relatados em BAIXA ESCALA, e registados sob causas diferentes do aborto.
Efeitos psicológicos são também muito reais. As mulheres sofrem de PAS (Síndrome Pós-Aborto). Elas experimentam o "luto incluso"; ou seja, uma dor que contamina o seu interior como um pus porque elas e outros negam que uma morte real ocorreu. Por causa desta negação, o luto não pode propriamente existir, mas mesmo assim a dor da perda ainda está lá. Muitas têm flashbacks da experiência do aborto, pesadelos sobre o bebé, e até mesmo sofrimento no aniversário da morte. Uma mulher testemunhou que ainda sofre pelo aborto feito há 50 anos atrás! Ninguém preocupado com as mulheres pode responsavelmente ignorar estes factos.
Os Efeitos do Aborto
Quadro preparado pela WEBA. Women Exploited by Abortion (Mulheres Exploradas pelo Aborto), como um alerta para outras mulheres evitarem os riscos da cirurgia de aborto)
| Efeitos Físicos | Efeitos Psicológicos |
| Esterilidade | Sentimento de culpa |
| Abortos espontâneos | Impulsos suicidas |
| Gravidez ectópica | Pesar/Abandono |
| Natimortos | Arrependimento/Remorso |
| Hemorragias e Infecções | Perda da fé |
| Choques e comas | Baixa auto-estima |
| Útero perfurado | Preocupação com a morte |
| Peritonite | Hostilidade/Raiva |
| Febre/Suor Frio | Desespero/Desamparo |
| Dor intensa | Desejo de lembrar da data de nascimento |
| Perda de órgãos do corpo | Alto interesse em bebés |
| Choros/Suspiros | Frustração do instinto maternal |
| Insónia | Ódio por pessoas ligadas ao aborto |
| Perda de apetite | Desejo de terminar o relacionamento com o parceiro |
| Exaustão | Perda de interesse sexual/Frigidez |
| Perda de peso | Incapacidade de se auto-perdoar |
| Nervosismo | Pesadelos |
| Capacidade de trabalho diminuída | Tonturas e tremores |
| Vômitos | Sentimento de estar sendo explorada |
| Distúrbios gastro-intestinais | Horror ao abuso de crianças
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Que tipo de preocupação existe quando colocamos mais esforço em matar a criança do que em ajudar a mulher a manter seu filho?
O aborto em momento nenhum é justificado, seja qual for o problema, seja qual for a situação, a mulher ou o homem não tem direito de tirar a vida de outro ser humano... Isso é crime, e acredito seja o pior dos crimes, pois o ser que ali se encontra está completamente indefeso, completamente a mercê daqueles que deveriam amá-lo e proteje-lo... uma mulher que leva seu filho para ser morto, contrai uma imensa dívida perante as leis da vida... Ela terá cometido um assassinato, que nos dias atuais tem o nome de" direito de escolha",isso seria não encarar a verdade, seria dar uma simples desculpa para um grande problema, falta em muitas vezes coragem as mulheres de assumirem seus atos, ou melhor, coragem as ser humano, pois a mulher não faz sozinha seu filho.
É muito triste pensar que elas não percebem que em hipótese nenhuma estão sozinhas... mesmo contra todos e tudo, elas tem dentro de si um serzinho que com certeza está ao lado delas, e desde o primeiro momento amando-as profundamente.
Você que está nesta página e está passando por este tipo de situação e pensa em tirar a vida de seu filho, escreva para nosso e-mail, entre em contato antes de tomar qualquer decisão, estaremos aqui para tentarmos ajudá-la a decidir pela vida..
"A vida humana é a maior dádiva de Deus"...
Não mate outro ser vivo, não mate seu filho...
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